A dificuldade de enfrentar um adversário fácil

A dificuldade para driblar a forte marcação de uma equipe que entra somente para se defender não é novidade na seleção comandada por Dunga. Nas Eliminatórias, os jogos mais difíceis foram justamente contra equipes que atuavam assim, Bolívia, Peru, entre outros.

Com o contra-ataque sendo sua principal arma, a seleção sofre quando não é atacada e, portanto, não tem como contragolpear. Para piorar, na estreia da Copa sobrou confiança de que a vitória viria fácil e naturalmente, faltou movimentação.

A sorte brasileira é que, com o empate entre Costa do Marfim e Portugal, a equipe já está na liderança do grupo. Contra os africanos, é torcer para que eles “ousem” atacar o time de Dunga, para que a arma nada secreta do time possa ser usada.

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