As nações se encontram

Nesta quarta-feira, a Libertadores da América coloca frente a frente os dois clubes brasileiros responsáveis pelas maiores torcidas do país. Flamengo e Corinthians farão o confronto que deixará uma das equipes pelo caminho prematuramente.

Em campo, jogadores importantes no cenário nacional. Os principais? Roberto Carlos, Adriano e Ronaldo. O trio esteve na fracassada campanha da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2006. Os corintianos jogaram outras outras, fracassaram na final de 98, triunfando no Mundial seguinte.

Mas agora os os objetivos são os mesmos, levarem suas equipes ao topo do futebol sulamericano. O Timão tenta o título que lhe falta, tenta deixar de ser o único grande paulista que não venceu uma Libertadores.

Já o Flamengo quer, após um segundo semestre de superação em 2009, que culminou com o título nacional, voltar a conquistar a América, quase 30 anos depois.

O momento

Para o Corinthians, desde o início a competição foi vista como obsessão. A equipe investiu em contratações (dentre as principais o meia Danilo e o próprio Roberto Carlos) e, tanto priorizou a disputa que acabou de fora das semifinais do Paulistão.

Para o Flamengo, a Libertadores também é prioridade, apesar de, neste caso, o Estadual também ter peso, até pela possibilidade do tetra, que não veio e gerou uma crise no clube.

Se o Corinthians aproveitou-se bem do fraco grupo e fez a melhor campanha da primeira fase, o Flamengo teve desempenho aquém do esperado, e a classificação apenas com a última vaga dentre os que passam de fase fez com que o técnico Andrade, elogiadíssimo após o Brasileirão, perdesse o emprego.

O Corinthians vem com Mano conhecendo a equipe como a palma da mão. O Flamengo tem no interino Rogério Lourenço, ex-zagueiro do clube, uma esperança de arrumação de última hora para que, empurrados pela massa, consiga superar o forte adversário.

Favorito?

Por tudo que foi dito, poderia-se dizer que o Corinthians é o grande favorito. No entanto, as equipes se equivalem e a rivalidade equilibra tudo. Sem dúvida é mais fácil terminar dizendo que não há favoritismo, mas você apostaria seu dinheiro em algum deles?

O certo é que serão dois jogaços de parar o país!

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