E a invenção sem futuro da vez é um “xilofone de rosto”. Tudo bem, o cara se garante e o instrumento ficou legal, mas apenas isso, nada que ultrapasse o status de brinquedo de criança.
Ok, fui maldoso em falar “nada que ultrapasse o status de brinquedo de criança”, sinto-me mal por isso. Mentira!
















