Quem é usuário do Xpock já notou que toda sexta-feira nós temos uma coluna feita pelo pessoal do Cinema com Rapadura! Agora temos mais uma novidade, um novo colunista que marcará presença toda quinta-feira aqui pelo Xpock!
Antes de revelar quem é o elemento, gostaria que todos soubessem que é uma honra podermos contar com os textos desse jornalista, formador de opinião e responsável por um dos melhores e maiores blogs de entretenimento do Brasil!
Tá bom, chega de elogios! Agora leiam e prestigiem nosso mais novo colunista!
* * * * *
Por: Frederico Fagundes
Levanto da cama todos os dias por volta de 6h da manhã. É uma obrigação, mas há um toque de crueldade nesse ritual. Não acordo com o tradicional “ring” do despertador, “bip” do relógio ou, para os mais modernos, toque polifônico do celular. Sou suavemente agredido com um funk. Todos os dias, de segunda à segunda, às 6h da madrugada.
Corta
Freud achava a música uma atividade inferior. Faz sentido, haja vista que, quando você faz um festival de música, aparecem de quatro a cinco mil inscritos. Resumindo: qualquer imbecil analfabeto pode fazer uma música; trata-se de uma atividade sensorial. Não é de hoje, mas o sensorial é moda. Estamos falando de algo que atinge a culminância da cultura intelectual e lógica.
Ou seja, merdas vendem. Hoje em dia qualquer Latino pega um violão e, seguindo tal fórmula mágica – refrão com muitas vogais, queda, refrão com muitas vogais, palminha na mão e refrão com muitas vogais- , fatura milhões. Entendeu, eles não ganham por mérito deles. Eles ganham por que vendem mais.
Eu tenho medo que o funk vire no Brasil o que o Hip Hop tornou-se nos Estados Unidos. Depois da difusão do Hip Hop via MTV, a boa música americana, que já era escassa, morreu. E hoje fala-se muito da Dança do Creu. Pois preparem-se, aí vem o Carnaval. Muita lombar será destruída até a quarta-feira de cinzas.
Fico pensando se Freud gostaria de Funk. Pois sim, gostaria. Freud só gostava de Mozart, que qualquer idiota entende, e adorava Carmen, que é opera dos que não entendem de Opera. Talvez Freud não entendesse muito de música.
Ou a desgraçada da minha vizinha adore Freud.
Nota do blogueiro: O que o Chico Buarque tá esperando pra voltar a escrever? Um novo golpe militar?
Contribuíram para a coluna: Emanuel Santana e O Pasquim
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(14 votos)
47 Comentários à “O funk é Freud”
janeiro 31st, 2008 at 3:28 pm
Fred, eu não sou o primeiro, muito menos o ultimo a disseminar a nossa cultura, além de mim, meu pai enviou vários, o MC Créu é um deles, muitos outros virão, o verão 2009 será muito pior, nosso exército de popozudas marchará sobre seus corpos mutilados.
É o início do holocausto, beberemos o sangue de nossos inimigos ao som de eguinha pocotó.
Tudo o que você conhece deixará de existir, no fim só nós sobreviveremos.
Hail!
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janeiro 31st, 2008 at 3:48 pm
Wow… muito bom, Fred!
Excelente texto. A verdade é que as músicas ruins nunca deixarão de exister enquante tenha quem as compre. Fato.
Grande abraço e sucesso não só para sua coluna, mas também para seus ossos cranianos e para suas costelas.
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janeiro 31st, 2008 at 4:02 pm
Infelizmente nos dias de hoje todos os nossos meios de comunicação seja televisivo, radiofonado, internet, celulares dentre outros, aos poucos vão se rendendo e esse modismo imbecil, verdadeiras MERDAS como bem dito a cima por nosso mais novo colega do XPOCK nas quintas-feiras Frederico Fagundes. Respeito quem gosta, mas é como dizem, “gosto é igual cú, todo mundo tem um”. Mas entendo que os meios de comunicação se rendam a tal, afinal se não mostrar, tocar, apoiar e mesmo vender, acabam falindo.
Tenho certeza que muitos aqui mesmo do xpock tbm tem algum tipo de problema como ao dele, ou ao menos parecido.
Eu sofri durante sete longos meses com incômodos madrugais semelhantes, no meu caso muda só o gênero da merda, mas o ardume era o mesmo (prefiro não postar o gênero pra não causar polêmica). A meses atrás alojaram-se aproximadamente uns 30 peões-de-obra no prédio vizinho ao meu, e como em empresas mineradoras, essas sub-contratadas adaptam o seu turno de funcionamento ao seu bel-prazer. Era barulho as 02:00 da madruga, as 04:00, as 06:00. E sempre que um pequeno grupo se levantava, um filha da mãe tinha que ligar o som em volume alto. Simplesmente inexplicável tamanha imbecilidade. Pensei em reclamar, mas pensem comigo… “senão respeitavam nem mesmo seu colega de quarto que acabara de chega do trabalho, de que adiantaria uma reclamação formal”.
Graças a bom DEUS todos os anos, no período do carnaval, viajo com minha noiva em busca de um lugar tranqüilo (e esse ano não vai ser diferente), já que em minha cidade em época de carnaval aqui fica parecendo um verdadeiro inferno.
Novamente lembro, expus aqui somente MINHA OPINIÃO, não desejo que ninguém a veja como ofensa ou algo parecido, que não é para tal.
Daniel parabéns, mais uma ótima parceria. Que seja duradoura.
Forte abraço, fiquem com DEUS.
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janeiro 31st, 2008 at 4:10 pm
hehehe.. muito bom o texto e o video
vlw
o/
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janeiro 31st, 2008 at 4:43 pm
Achei legal a “viagem” do funk ao Fred, opa, ao Freud!
Já eu sou suspeito para falar mal do funk! Eu gosto de tudo quanto é porcaria, até mesmo os CD´s de cantigas de roda do meu filho eu gosto,
“Uma velha muito velha,
Chamada Firinfinfeia,
Tinha um lindo bananal,
No fundo do seu quintal
Mas a coitada da veia,
Poucas bananas comia,
Pois o macaco Simão,
Roubava todas que havia”
Mas eu concordo com o Freud, opa, agora é Fred, sobre o perigo do extermínio da boa música! Eu não tinha me “antenado” disso e ele tem razão! Pode até ser que a terceira mensagem de Fátima retratada pelo DJ Raphael Mendes (depois dessa eu vou diretinho pro inferno) seja verdade.
Agora eu consigo entender por que as vezes eu imagino que o Renato Russo ainda esteja vivo! Não se fazem mais Renatos Russos como antigamente!
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janeiro 31st, 2008 at 4:47 pm
Grande Sigmund, ou MC Sigmund como prefiram!
Eu acho que essa musica Calise dá um bom Funk!
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
Afasta de mim — até o chão
Afasta de mim — até o chão
rumm rumm
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janeiro 31st, 2008 at 5:15 pm
Não se faz mas músicas como antigamente…
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janeiro 31st, 2008 at 5:30 pm
Fred, parabéns pela nova coluna. O texto está muito bom. Sucesso para você e o Xpock. Grande abraço!
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janeiro 31st, 2008 at 6:12 pm
tendi nada o cara só fala cali-se
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janeiro 31st, 2008 at 6:55 pm
Saw, é que a música é toda feita em parábolas (ilustra lições de ética por vias simbólicas ou indiretas) por conta do regime militar!
Existia uma repressão muito grande quanto a liberdade de expressão, principalmente artistas e professores, ninguém podia falar o que bem entendesse.
Por isso que é complicado de entender a música!
Alguns dizem que o “cálice” é a ditadura (…afaste de mim essa ditadura…), outros entendem como cale-se (…afaste de mim e cale-se…)!!! Bom, é uma viagem!!!
Se eu estiver errado, por favor me corrijam!!!!
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janeiro 31st, 2008 at 7:12 pm
Música ruim é passageira, mas que traz diversão traz, afinal é bom de vez em quando ver as gostosas no créu.
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janeiro 31st, 2008 at 7:58 pm
ahuahau!..velho
show de bola o texto !
e conocordo plenamente com vc ..hj em dia
qualquer infeliz cria uma musica e consegue fazer fama …
seja ela com ou sem sentido..alias, pra pessoas hj em dia
o que vale eh a batida ou ritimo,nao emporta se a letra eh boa o nao!
mas faze oque neh ..Esse eh nosso Brasil!
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janeiro 31st, 2008 at 8:16 pm
Num ponto eu concordo Freud só entendia de psicanálise. O cara definitivamente não gostava de música. Coitado. Cometeu tantas gafes no próprio ramo… imagine em outros assuntos. É o que dá um sujeito dar opinião a respeito de um assunto que não lhe concerne.
Tá bom o cara tinha muita inteligência intra e interpessoal, tanto é que toda a sua teoria foi praticamente “inventada”. Segundo corre a lenda muitos pacientes que relata não existiram. Ele inventou. Porém por mais que a galera o conteste, sempre a velha frase persiste: “voltemos a Freud”. Isso, porque ele é o início.
Se ele vivesse hoje ele amaria Enia e as new ages da vida, ou seja, “música feita por que não gosta de música, para quem não gosta de música.”
Isto só confirma o que o Frederico disse a respeito de Mozart e Carmem. Não, não estou desvalorizando Mozart. Mas todo mundo concorda que os seus “hits” mais conhecidos são músicas de fácil digestão.
Imagino que do Mozart el deveria gostar algo do tipo concerto para piano e orquestra, ou a sonata para piano que toda donzela prendada toca no piano. A Academy of St. Martins in the Fields consegue transforma-las em um quase bolero.
Se escutasse e tentasse entender o Réquien ou o Concerto para dois pianos ele abominaria. Aposto que diria que o cabrito do fundo do quintal da casa dele fazia música melhor. Imagine se ele escutasse os seus contemporaneos dodecafônicos ou Mussorgsky, Stravinsky ou até Rachmaninov! Bach e sua polifonia de primeira hora, creio que ele nem passou perto. Isso são composições extremamente inteligentes, divinas, para quem gosta de “ler” com os ouvidos.
Pra completar meu amigo Frederico. Tem muita gente que classifica Rap e Hip hop como música. SEm desmerecer os gêneros. Como o próprio nome diz Rap é rítmo e poesia. Não é exatamente música.
É caretice pura dizer que a musica de antigamente é melhor. Tem muita gente boa no pedaço. Quem diz isto é porque não está antenado e não vê o que há de novo. Aqui temos Pato Fu (cuja genialidade não é pra qualquer ouvido), Zeca Baleiro, Lenine, Vanessa da Mata, a MIB - música instrumental brasileira puxada por Egberto Gismoti e seus inúmeros filhotes (que já é velho no pedaço), o pop do Cansei de ser sexy etc. Sem falar nos roqueiros remanescentes da década de 80.
Burguesões intelecutalódes de uma figa. Antes de malharem o Funk e a música sertaneja. Analisem o contexto e vejam o que isso significa na cultura de massas. Lady Quebra Barraco é o máximo da liberação sexual feminina. Ela é um ícone. Sem esse papo cabeça feminista de submissão da mulher, mas sim de sexualidade, de tesão puro, do direito de dizer as fantasias mais íntimas de uma mulher comum, da massa, nessa sociedade que vivemos. É a primeira vez que se ouve uma mulher pondo pra fora sem medo e sem vergonha, que quer gozar mesmo. E é desse jeito aqui ó: com tapa e porra na cara. Os moralistas e babacas de plantão tentam fechar os olhos, mas até as patricinhas aderiram.
Esse tal de Chico Buarque é um grande filho da mãe. Mesmo assim ainda gosto de muita coisa que ele fez. Não nego! Decepcionei com ele no dia em que numa entrevista depois da “abertura” e da volta à “democracia” com o fim dos milicos, confessou que fazia música de protesto porque era moda. Que a galera pedia pra ele fazer.
Dessa turma toda, pra mim hoje, depois de todo o frigir dos ovos. Da decepção que minha geração teve com a esquerda brasileira, que nos traiu. O único autêntico foi o rei Roberto Carlos. Que a classe média insistiu de chamá-lo de barango e bani-lo das FMs. Ficou na dele fazendo música romântica, gospel, de motel e continua assim até hoje com milhões de fãs descabeladas.
Entendeu agora Frederico? Não adianta esperar um golpe militar para essa marmota do Chico voltar a escrever. Ele tem é que parar de beber. O cérebro do home que só pega no tranco (sempre suou pra cumprir os contratos com as gravadoras), agora atingiu um alto grau de deterioraçào devido ao álcool. Pobre Chico … tão bonito desmanchou-se no alcool. tsk tsk tsk.
É isso aí.
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janeiro 31st, 2008 at 10:22 pm
Aliás, uma coisa que eu gostaria de saber é quem foi o culpado por desnorar o termo Funk.
Funk, o funk de verdade é sonoro, negro, meio jazistisco, tem swing, foi James Brown, foi Motown…
Esse troço que hoje chamam de funk, no tempo em que eu era criança, lá na década de 1980, época dos primeiros Furacão 2000, era chamado de melô, aliás um nome que combina muito mais.
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janeiro 31st, 2008 at 11:33 pm
concordo com knuttz e com elivaldo , claro que musica mesmo nao tem nada a ver com as melos de plantao que espera brecha na estupidez e vendem como locos e pergunta de tostines. sempre tera um gosto amargo. nisso onde e que as gandes gravadoras entran nessa nada.que pode ter acontecido com bom senso mas brazil sempre tera esse tipo de coisas por que nen so de freud e chico buarque vivem o omi
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fevereiro 1st, 2008 at 2:49 am
ouvi dizer que freud não ouvia música nenhuma, ele não gostava que o seu cérebro fosse estimulado por coisas que ele não conseguia entender.
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fevereiro 1st, 2008 at 10:40 am
Para entender um pouco sobre o que foi a ditadura militar, aconselho assistirem o filme “Batismo de sangue”.
Concordo Knuttz, o funk era o tocado com instrumentos, muito parecido com o soul e não essas porcarias que chamam de funk.
Eu, deixar de ouvir Chico Buarque para ouvir a dança do cú…….o mundo tá perdido mesmo!
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fevereiro 1st, 2008 at 10:55 am
Frederico, achei sua crítica sem sentido e sem embasamento teórico por afirmar que “qualquer imbecil analfabeto pode fazer uma música” e sobre venda x mérito.
Música, mesmo que seja o Funk Carioca, é algo que não é simples de ser feito, mesmo sendo o funk, “Da Da Da” ou “Água Mineral” da Timbalada, pois em todas as músicas há necessidade de criatividade (ou falta dela em alguns casos) e conhecimento musical (partituras, melodia, harmonia e etc.). O que você na verdade você poderia discutir ou criticar é o conteúdo que é possível de ser bom ou não é uma questão pessoal. Além disso, cada música há uma finalidade para o ouvinte que vai de apreciar, emocionar-se até querer dançar “indo até o chão” - imagine então “ir até o chão” ou dançar “balançando a bundinha” ouvindo Bach ou Chopin, praticamente impossível.
Já sobre a venda, o artista vende por mérito sim, seja ele o Latino, Chico Buarque ou Mc Creu, pois para o consumidor da música desse artista, ele é bom ou pelo menos o agrada. E isso é um mérito ou uma conquista do artista perante ao consumidor. O que é passível de ser discutido aqui também a influência que a indústria cultural (termo de Adorno) exerce na própria sociedade, pois o Funk Carioca ou Hip Hop comercial, geralmente, são músicas “chicletes” (aquelas famosas músicas que você uma vez e não sai da sua cabeça por serem fáceis de se lembrar) e há sempre uma fórmula básica para fazer sucesso (utilizando onomatopéias, elementos oníricos, refrões curtos, rimas fáceis de serem decoradas e palavras comuns).
E mais uma provocação: pela lógica da indústria cultural o que é aceito pelo público é bom, logo, Funk Carioca ou Mc Serginho são bons - infelizmente vivemos essa lógica.
É isso!
Ivens
PS - Eu quero deixar bem claro que eu não gosto de funk, somente quis opinar contra uma crítica sem sentido e preconceituosa.
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fevereiro 1st, 2008 at 12:12 pm
chico buarque lançou o cd Carioca ano passado
cale-se
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fevereiro 1st, 2008 at 1:48 pm
é um ignorancia afirmar que não se faz música como antigamente. Quem afirma isso é porque não entende porra nenhuma de música. Elton Medeiros está vivo, Paulinho da Viola está vivo, Zé Rodrix está vivo, Chico está vivo, Dorival Caymmi está vivo, Paulo César Pinheiro está vivo, Hermeto Pascoal está vivo, Jards Macalé está vivo, Jorge Ben está vivo, Monarco está vivo, Riachão está vivo, Nei Lopes está vivo, Paulo Vanzolini está vivo, Paulo Moura está vivo, Walter Alfaiate está vivo, Wilson Moreira está vivo, Wilson das Neves está vivo, só citei alguns que me vieram em mente… Todos esses estão vivos, na atividade gravando um disco por ano. Se você não escuta é porque NÃO QUER. Então não venha colocar a culpa nas gravadoras, na mídia, em Deus, no caralho a quatro. Vá atrás do que você realmente quer ouvir, e eu te prometo que você ira encontrar.
Se VOCÊ só consegue ouvir FUNK é porque você QUER, ninguém coloca uma arma na sua cabeça e diz: VOCE SÓ PODE OUVIR FUNK…
Todo mundo é livre para ouvir, ler, assistir o que quiser, se não assiste, a culpa é só sua, não culpe ninguém.
Se é tão simples fazer música porque você não faz uma e ganha milhoes com ela? Porque todo mundo não vira músico e fica rico? A música como produto comercial e não como arte, é um milhão de vezes mais difícil de virar um “hit”, não é tão simples assim. Mas como arte não é difícil para quem tem o DOM, a arte tem o seu público, o que a música como produto comercial não tem. Ela precisa encontrar seu público.
Se vocês quiserem conversar sobre isso dá uma passada no meu blog, ou entrem em contato comigo.
Beijos e abraços… Parabéns XPOCK pelo ótimo trabalho que estão realizando.
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fevereiro 1st, 2008 at 2:14 pm
Parabéns pelo texto e pelo video muito bem definido…
Parabéns a todos vc’s pelo belo trabalho e assuntos abordados.
Abraços de um mero internauta…
E que venham As popozudas…Afinal ninguem é de ferro… =)
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fevereiro 1st, 2008 at 2:36 pm
Infelizmente cultura é o emocional de cada um as vezes goste de ouvir eguinha pocotó por que os vizinhos ouvem mais fazer o que não é todo mundo que acredita em ETs.Eu acredito. Ouvidos olhos são como paginas de internet não gostou pula .
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fevereiro 1st, 2008 at 7:52 pm
Cara do céu… não seja imbecil! Você tem razão em muita coisa, mas Mozart é muito mais tesão do que qualquer bandinha de merda ae que você deve ouvir. Pelo jeito que você fala, ou você é emo ou você é metaleiro (e metaleiro não passa de um emo disfarçado de rebelde).
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fevereiro 1st, 2008 at 8:08 pm
Puta musiquinha chata!
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fevereiro 1st, 2008 at 9:23 pm
Knuttz, se comparar o funk de hoje com os da década de 70 com um salto de 30 anos vc vai achar que nada tem a ver uma coisa com a outra, mas se estudar a evolução desde James Brown passando por George Clinton, Africa Bambataa, Stevie B, até os tempos atuais ano-a-ano, tu vai ver que o som que rola hoje, pode sim, ser chamado de funk.
Seguindo seu modo de pensar eu posso pegar o exemplo da banda Sepultura e dizer que não é rock, pois rock mesmo era o Elvis Presley.
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fevereiro 2nd, 2008 at 2:15 am
Cara,
Gostei do texto mas seu blog tem uma musiquinha chata da porra!!!!!! Vê se tira isso ou coloca um artifico pra parar pq atrapalha o raciocinio e tb o som do videozinho q vc colocou pra ilustrar seu texto.
Sem mais.
Mt obrigado!!!
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fevereiro 2nd, 2008 at 2:16 am
O assunto é bom, mas não gostei da abordagem feita… É que eu achei o texto do Frederico um horror, desculpa Frederico! Não me bata por favor!
Sobre o assunto:
Acho que o problema é Midia(ou media, sei lá), aparece em algum lugar que Funk é legal e então as pessoas acham que é legal, é mais ou menos por esse caminho entende? As pessoas são meio manipulaveis(copiam as outras) e acabam dando dinheiro pra esses caras que fazem Funk ou coisa parecida(calypso?) e essas coisas são alimentadas pelo dingeiro e acabam crescendo…
Uma boa iniciativa é simplesmente ignorar as músicas que você não gosta, pesquisar várias músicas e ver o que tem de bom pra você \,,/,
Desculpe mas não resisto em dar minha opnião sobre o que é música boa: Quanto mais complexo e complicado, melhor.
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fevereiro 2nd, 2008 at 2:17 am
Perdao,
Blog errado!!!
Desculpe um abraço.
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fevereiro 2nd, 2008 at 12:21 pm
Esses discursos soam até de maneira perigosa, pois o radicalismo mostra certo grau de fascismo, ou partidarismo de extrema direita ou esquerda. Bem, sobre o texto do Fred, que não é Freud, soa como um banimentoa a cultura de massa, como o funk, que embora não seja um primor de arte, é uma expressão musical que agrada o povo.
Não basta colocar o Chico e outros artistas da geração passada na mídia, como o tempo todo a Globo tenta, repaginando a bossa nova, porque a população, incluindo aí a classe média, já não aguenta mais. Então acho que a arte como um todo evolui, e a música como expressão arte também. Então deixemos Mozart, que foi um gênio, no seu passado histórico, assim como Chico. Hoje o máximo que ele produz é um CD chamado Carioca de produção musical e letras decadentes. Vivamos o presente e o futuro, dando chance a novos talentos artísticos. Voltar ao passado insistentemente é impedir o futuro da arte. Existem muitas expressões musicais hoje e negar qualquer forma musical é um espécie de ditadura.
Fred, escute o seu Chico Buarque do passado, mas exerça a democracia, aceitando os gostos musicais de outros cidadãos. Já diziam por aí: toda unanimidade é burra.
Ahhh…faça um estudo sobre a obra de Mozart e vai perceber que ele produziu obras complexas e belíssimas, assim como músicas mais populares, como Chico fez, como por exemplo: “Joga pedra na Geni!! Ela dá pra qualquer um, maldita Geni”.
Daria até pra fazer um funk, não acha com este primor de letra “Geni”?
“Tum tum, ela dá pra qualquer um, maldita Geni!”
Bem no estilo…
[Reply]
fevereiro 2nd, 2008 at 7:20 pm
adorei o comentario de saw! rsrsrsrs
[Reply]
fevereiro 2nd, 2008 at 9:08 pm
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
Afasta de mim — até o chão
Afasta de mim — até o chão
rumm rumm =DDD
[Reply]
fevereiro 2nd, 2008 at 11:58 pm
“Fico pensando se Freud gostaria de Funk. Pois sim, gostaria. Freud só gostava de Mozart”
este silogismo não faz o menor sentido… o que é óbvio já que todas as máximas estão incorretas… bom, apesar de ser uma das crônicas mais sem coesão ou interesse em propor a verdade ou sobre o funk (já que teu raciocícinio sobre o funk é tentar me convencer que devo me preparar para o FUNK já que o CARNAVAL está chegando e isso não faz muito sentido) ou sobre freud… hm… não, sem apesar. o texto é fraquíssimo mesmo… crônicas são lúdicas com as verdades, tiram sarro do academicismo e do excesso de regras, não criam mentiras e falam baboseiras pra pessoas ignorantes darem risada do video que está abaixo e que, portanto, elas passaram reto pelo texto, viram o vídeom gostaram e escreveram um agradinho qualquer… só pra ficar bonito, sabe?
mas ei, isso sim você saberia dizer o porquê: “que qualquer idiota entende …” ou Talvez (…) não entendesse muito de… nada. Viva o you tube e o carnaval - e o you tube passando o carnaval e os bons escritores que sabiam pensar, ser academicistas e OPTARAM por ridicularizar algo que sabiam DEMAIS.
abraços ao dreamule, que é genial.
[Reply]
fevereiro 3rd, 2008 at 12:00 am
ah! Samba, Juliana, samba!
[Reply]
fevereiro 3rd, 2008 at 9:43 am
sera q morre de fome
[Reply]
fevereiro 3rd, 2008 at 11:43 am
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
tun - tun -tun tun — só as cachoooorras - Cálice
Afasta de mim — até o chão
Afasta de mim — até o chão
³
[Reply]
fevereiro 3rd, 2008 at 2:07 pm
O maior problema é a cultura.. é um povo burro e preguiçoso, que deseja tratar a música com tal imagem; no final, adora ser chamado mesmo é de burro e preguiçoso. Tchau, vou para a Finlândia ou, quem sabe, para a Noruega!
[Reply]
fevereiro 4th, 2008 at 3:06 am
Recebi este email fim de semana:
“Redassão
O mano
Quando eu tiver um filho o nome dele
será Herrar, pq Herrar é o mano.
Fin “
[Reply]
fevereiro 5th, 2008 at 2:03 am
Senhor Frederico, muito muito boa sua matéria. Excelente! Uma obra prima na tentativa de formar opiniões, e na correção daquelas que nem se pode chamar disso.
O povo infelizmente é burro e cada dia mais, nada é o que fazem para inverter essa situação.
Ou seja, nada é o que se precisa fazer para que as coisas piorem e por isso compartilho e o saúdo, bem como parabenizo pela matéria e peço que insista no tópico.
E para aqueles que concordam, divulguem o Link da páginapois o senhor Frederico não só falou, como falou bonito!!
[Reply]
fevereiro 5th, 2008 at 2:26 pm
Estes colunistas naum entendem nada do que os outros gostam, querem motivos para falarem que as preferencias deles sao as melhores que as dos outros… gostam de criticar e destruir o funk. Sera por que? deixa que eu respondo… deve ser porque e um som popular que atinge todos os cantos do pais …. ou quem sabe de uma maioria sofrida e batalhadora que “MATA UM CAO POR DIA” e que so quer se divertir para esquecer das varias dores de cabeça diarias de falta de emprego, falta de saude publica e principalmente a falta de educaçao …. naum sou contra as criticas, mas com diz o MC Frank : “Quem sabe faz a hora pode vir nois desenrola, os inimigos tentam arrastar falam mal de mim mas naum conseguem provar…”
[Reply]
fevereiro 6th, 2008 at 12:42 am
Só sei que as músicas de hoje, essas sem conteúdo, não duram muito… Aonde está o Tchã… Esses MC Abobrinha… Aonde está o cara que canta a música da Pamonha…????
Legal para uma baladinha ou festinha de aniversário, ou um caraoke para tirar uma… Mas música música mesmo para ouvir é o maravilhoso MPB… Temos maravilhosas músicas e compositores. Existem músicas que são verdadeiras poesias, histórias… Essas não somem… Veja, não curto muito, mas Renato Russo, o cara já se foi e ainda ele continua sendo aplaudido e referenciado… Tá aí, ouçam um Eduardo e Mônica e depois me falem srsrsrsr
Abraços a todos!!!
[Reply]
fevereiro 6th, 2008 at 2:12 pm
Pô, colocar essa música Cálice aí e falar mal é sacanagem.
Ela tá assim porque foi tocada ao vivo, e na época falar “cale-se” era proibido. E ele fala “calice” sem parar porque tavam cortando o som dele para que ele não falasse “Cale-se/calice”.
[Reply]
fevereiro 7th, 2008 at 12:20 am
nhanho! enhenco! chola! repete isso ao som de um batidão fruits loops bota umas muiés peladonas, podem ser horrorosas, mas peladonas, paga-se os mentalóids djs desses rádiolecas fms e carros de som imbecilóides que rodam pela cidade e pronto… eehehe … ta aí os musiculetos prostitutos
mas não se assuste se pegar pois tenho dito e dissiminado esta verdade:
99,99999% da população mundial é débil mental acredite!
ahn, se eu sou um deles? nhanho! enhenco! chola!
[Reply]
fevereiro 7th, 2008 at 11:45 pm
Vai entender.. vocês falaram, falaram e nada de uma decisão.
Caramba, vocês realmente acham que o Funk é ruim? Ou que é bom? Isso é relativo a cada um. Alguns gostam de coisinhas fáceis de decorar e cantarolar por aí. Particularmente, prefiro assoviar Bach e Vivaldi a cantarolar MC Créu, mas isso é do gosto de cada um. ô discussão mais sem sentido.
Agora, partindo para o quesito (maldita época de carnaval) qualidade, alguém aqui quer comparar a qualidade da música de Mozart com MC Créu? Façam-me o favor né! MC Créu faz música sem notas, com alguns batuques de fundo e uma gritaria irritante. Mozart compunha divinamente, seguindo escalas, mesmo que não as conhecesse, intercalando harmônicos e toda essa parafernalha.
Por favor, falemos em música, não em qualidade musical.
Eu estudo violão clássico já fazem 6 anos (Desde os meus 10 anos), e não acho que há a possibilidade de se tocar o Créu em qualquer que seja o instrumento (tirando os de percursão), já se analizarmos Bach, Strauss, Bethoven, Mozart e etc. , veremos a diferença.
Tá, agora, antecipando-me as respostas conseguintes ao meu comentário:
-Radicalistas diram que eu sou preconceituoso e que funk é música sim e bla bla bla
-Conservadores diram que eu estou certo e meterão o pau no funk
-Sem opinião diram que cada um ouve o que quer e esses discursinho de nada
-Alguns terão uma opinião e a deixarão expressa aqui, sem agredir ninguém e nem desrespeitar o autor do Post, pois, a meu ver, é uma opinião pessoal dele, visto que não é baseado em nenhum dado estatístico ou científico
[Reply]
fevereiro 8th, 2008 at 1:17 am
marcio luiz, a questão maior não é o interesse da “massa” pelo funk, etc e tal.. e sim o desinteresse por música de qualidade inquestionável (neste caso julgue a música pelos aspectos ritmo, harmonia, melodia) que houve no passado e há, ainda que obscurecida.
O funk sp. e outros são estilos que apresentam baixa (ou nenhuma, estou apenas respeitando o conceito clássico de múscia) qualidade musical, ainda que exista uma ou outra bem-vinda, mas o que o ouvinte quer mesmo é a batida forte que, como diz um amigo meu, que “proporcione possibilidades (sexuais)” - destaca-se um ponto positivo, e único pelo qual ouço funk, pegar barangas - . Só quero lembrar que não estou sugerindo que todos passem a ouvir chico buarque regados a álcool e popozudas, não! Mas que tal “limparem” um pouco vossos mp3’s com aqueles funks & cia que destroem qualquer aparelhozinho desses e colocarem tom jobim, elis regina ou hermeto pascoal?
Tá, tirando a parte do mp3 (que a massa não deve ter assim em excesso), mas isso seria um sonho..
só mais uma coisa.. sobre o q vc disse..
“ou quem sabe de uma maioria sofrida e batalhadora que “MATA UM CAO POR DIA” e que so quer se divertir para esquecer das varias dores de cabeça diarias de falta de emprego, falta de saude publica e principalmente a falta de educaçao ….”
lembrar que isso não é causa, mas consequência.. da cultura medíocre do povo, que também passa pela música.. pq o funk não alimenta droga, não alimenta violência, não alimenta morte, não alimenta sofrimento.. é, o funk que deve matar o “cão por dia” e faz com que a massa se esqueça dos diários problemas e de tudo mais.. claro, foi vinícius de moraes quem nos ensinou a se drogar, matar, a sofrer..
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fevereiro 11th, 2008 at 3:24 am
pela quantidade de comentários temos então q há pouca diferença entre as mediocridades funk e textos de blog
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março 25th, 2008 at 3:20 pm
Como assim qualquer idiota entende Mozart….
Duvido os idiotas brasileiros que tocam o créu entenderem o que é a música de Mozart, e suas óperas!!
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junho 23rd, 2008 at 3:08 pm
o que vcs entendem sobrfe freud??????????????????
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