roger
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23/fev
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por: dansoares
Um clássico apimentado
EsporteAtlético/MG e Cruzeiro fizeram mais um clássico que parou Belo Horizonte. Muito além de mais uma vitória cruzeirense, a partida teve diversos momentos inusitados, que acabaram por apimentar, ainda mais, a rivalidade entre os grandes de Minas Gerais.
1- Mais uma vez W(V)anderley(i) Luxemburgo falou demais. É o mal de técnicos que, para não ficarem por baixo após uma derrota, falam demais, como torcedores fossem. Lamentável, ainda mais para alguém com o currículo de Luxa.
2- Começamos pela parte chata. Durante a partida, o Galo reclama de um gol mal anulado. No entanto, não é dele que vou falar, mas do “gol perdido” por Diego Tardelli. Coloco entre aspas porque o atacante alvinegro não perdeu o gol, acertando um lindo toque por cobertura, sobre o goleiro Fábio. O problema, pelo menos para os atleticanos, foi a exímia recuperação do zagueirão Leonardo Silva, que, para terminar, ainda marcou um gol no jogo. Um lindo lance, que vale conferir novamente:
3- Outro assunto que não pode passar em branco é a estreia triunfal de Roger, o meia ex-Flu/Fla/Corinthians/Grêmio que estava há uns anos no Oriente Médio. O marido da Déborah Secco entrou quando o jogo estava igual em 1 a 1, cobrou o escanteio do segundo gol azul e, para finalizar, marcou um belo gol, comemorando de forma criativa, colocando a fantasia de raposa utilizada pelo mascote do clube (note que o mascote cai no chão, como se tivesse machucado. Hilário!).
4- Para finalizar, não posso deixar de registrar o bom humor da torcida cruzeirense, tirando onda com o rival. Com flanelas de carro na mão, a torcida cantou sua versão da carnavalesca “Rebolation”. Para os cruzeirenses, “Flanelation”.
Não entendeu a brincadeira? Ora, para os torcedores da Raposa, o Galo foi um autêntico flanelinha no Brasileirão 2009, guardando a vaga do Cruzeiro na Libertadores durante toda a competição. Criatividade pouca é bobagem!
