Tinha que ser o Simon?

Vejo com preocupação o já esperado anúncio de que o gaúcho Carlos Eugênio Simon será, mais uma vez, o árbitro brasileiro na próxima Copa do Mundo. Nos últimos anos, a carreira de Simon tem ficado muito mais em evidência pelos erros crassos do que por outra coisa, apesar de, nos dois mundiais que já apitou, não cometeu lá grandes gafes.

Não é difícil, no entanto, mesmo para quem não é um especialista em arbitragem, puxar na memória alguns erros incríveis de Simon. Um dos mais recentes, e dos mais absurdos, é o pênalti marcado para o Ceará, na primeira primeira partida da final do Campeonato Cearense de 2009, diante do Fortaleza.

Ceará x Fortaleza, Campeonato Cearense



Além desse, que ele ‘cara-de-paumente’ não assumiu ter errado, lembro de um pênalti não marcado para o Atlético/MG, diante do Botafogo, na semifinal da Copa do Brasil de 2007, lance que deixou loucos os atleticanos (e, nesse caso, fez com que o árbitro assumisse ter errado). Há ainda outra penalidade polêmica num jogo entre Cruzeiro x Flamengo; e, ano passado, um gol mal anulado de Obina, então no Palmeiras, no Maracanã, diante do Flu, quando o árbitro ‘viu’ falta do atacante alviverde, e mais uma vez nega ter errado.

Isso sem falar, por já ser mais antigo, da polêmica arbitragem no primeiro jogo entre Corinthians e Brasiliense, na final da Copa do Brasil de 2002.

Deixo claro aqui que não questiono a idoneidade do árbitro, não o estou chamando de ladrão, de mal intencionado ou coisa parecida. O que quero mostrar é que ele apresenta deficiências técnicas claras, ou seja, é incompetente apitando. No entanto, sabemos que na arbitragem rola também muito de influência, o velho ‘peixe’, e nisso o gaúcho parece estar bem servido.

Dessa forma, nos resta torcer para que ele não faça nenhuma dessas lambanças na África do Sul.

Botafogo x Atlético/MG, Copa do Brasil

Fluminense x Palmeiras, Campeonato Brasileiro

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